E aí, pessoal, tudo bem?

Hoje eu quero falar sobre um assunto que eu considero muito importante: doenças relacionadas à obesidade e ao sobrepeso.

Volta e meia eu escuto afirmações como: “eu não preciso emagrecer, meus exames estão ok” ou “ninguém na minha família morreu devido à obesidade, não serei a primeira” etc.

Pois bem, talvez você não saiba disso, mas o sobrepeso e a obesidade estão relacionados a uma infinidade de problemas de saúde, os quais podem não te incomodar num primeiro momento, mas que são como uma bomba prestes a explodir.

Só para mencionar alguns eu posso citar:

– diabetes tipo 2;

apneia do sono;

– colesterol alto;

– hipertensão;

– depressão;

– distúrbios alimentares;

– asma;

esteatose hepática;

– hérnia;

– doenças cardíacas;

síndrome dos ovários policístico (Sim, SOP é uma das causas de sobrepeso, mas quando você consegue emagrecer até os sintomas amenizam, falo por experiência própria!)

E a lista não para!

Agora eu te pergunto: você apresenta algum destes problemas? Já parou para pensar que emagrecendo pode ser que sua saúde melhore como um todo?

E que fique claro: eu não estou falando que estes problemas estejam necessariamente ligados à obesidade. Uma pessoa magra pode apresentar qualquer um destes problemas, porém a probabilidade é maior quando você está acima do peso.

Em entrevista ao MidiaNews, o Dr Marcelo Maia, endocrinologista , respondeu algumas perguntas relacionadas ao tema e com sua autorização, reproduzo um trecho que gostei muito:

– O tabu de que ser gordinho não é saudável é verdadeiro ou existem pessoas gordinhas que são consideradas saudáveis?

Marcelo Maia – Os estudos mostram que, qualquer aumento fora do percentual de gordura corporal, metabolicamente já é ruim. Quanto maior o índice, pior. Hoje a gente tem sido cada vez menos tolerantes com o índice de percentual de gordura corporal, porque você pode estar com peso e altura normais, mas com percentual de gordura muito elevado. É o percentual de gordura que define a obesidade e não o peso em si. Você pode ter 10 quilos a mais do que a tabela de índice de massa corporal, mas com percentual de gordura baixo e outra pessoa pode estar magra, porém, com o percentual de gordura alto. Então, a questão de ser gordinho depende do tipo de gordura, mas claro que temos que analisar os parâmetros metabólicos. A gordura que se aloja no abdômen é muito mais maléfica do que aquela gordura que vai para o quadril. Existem vários tipos de obesidade.

Existe uma tabela que é usada há quase um século, que é de Índice de Massa Corporal, que relaciona o peso e a altura da pessoa. Mas ela só serve para guiar a gente em estudos clínicos. O que a gente usa hoje em dia para aconselhar os pacientes, é que eles mantenham um peso que não tenha complicações metabólicas, até porque se você está acima do peso e perde 10% do peso atual, já sente uma melhora muito importante no metabolismo.

Então, a gente não trabalha mais com aquela pressão de chegar e dizer para o paciente que o seu peso ideal é “tanto”. O ideal é perder o máximo de peso possível e não recuperar mais. Mesmo que a pessoa esteja ainda com sobrepeso, é melhor do que estar obeso. Do contrário pode levar o paciente à frustração, porque o medico começa a pressionar, por exemplo, se ele ainda tem que perder 5 quilos, mas ele já perdeu 12 quilos. Então, só por causa desses 5 quilos que não consegue perder, o paciente abandona a dieta. No entanto, se você analisar, vai ver que os exames já melhoraram, o colesterol abaixou, a gordura diminuiu. É isso o que a gente tenta trabalhar hoje: a manutenção da perda do peso e não tanto atingir o peso ideal.

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